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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Incêndio no Oca da Tribo


Oiii pessoal.. muita gente aqui de Brasília já ouviu falar de um Restaurante super charmoso e rústico chamado Oca da Tribo. Ele é lindo e diversos casamentos são realizados lá.

Mas , infelizmente no dia 03 de agosto desse ano o Restaurante foi consumido por um incêndio.

Nessa hora a gente se coloca na posição das noivas que marcaram seu casamento para esse mês e viram essa notícia. É claro que não tem como remediar completamente por que mesmo que a Oca da Tribo assuma a responsabilidade de alugar outro local, com os convites distribuídos, não tem como não haver certa confusão.

De qualquer forma, o restaurante já se comprometeu a cumprir todos os compromissos, que considero que seja o mais importante.

Ao restaurante Oca da Tribo, força para se levantar!! Esperamos que esse espaço lindo e super profissional volte à ativa.

Segue a reportagem para quem ainda não está sabendo:

Restaurante Oca da Tribo é totalmente consumido por incêndio
Fonte – Correio Braziliense por Roberta Machado
Publicação: 03/08/2011 15:47 Atualização: 03/08/2011 18:04


O restaurante Oca da Tribo foi completamente destruído por um incêndio no início da tarde desta quarta-feira (3/8). Dezessete viaturas do Corpo de Bombeiros e 70 homens foram deslocados para o local, mas não conseguiram evitar que as chamas consumissem o estabelecimento, que é feito de palha e madeira. Os bombeiros continuam na área fazendo o rescaldo, para evitar que o incêndio recomece.

As chamas tiveram início em uma mata do outro lado da pista, no Setor de Clubes Sul (SCES). Mas em pouco tempo, faíscas atingiram o restaurante. Segundo informações dos funcionários, o fogo começou por volta das 13h30 e quinze minutos depois as viaturas do Corpo de Bombeiros chegaram ao local. Mas já era tarde, metade do restaurante já tinha sido destruída. Os militares levaram cerca de quarenta minutos para controlar o fogo.

Quando o incêndio começou, o restaurante atendia 120 clientes, que deixaram o local sem ferimentos. Os cerca de 20 funcionários que estavam trabalhando tentaram controlar o fogo até a chegada dos bombeiros.

Apenas duas pequenas ocas, palcos de cerimônias de casamento, ainda estão de pé. E apesar da tragédia, os proprietários garantem que vão cumprir os compromissos firmados até 2014. Só não sabem informar onde serão realizadas os eventos.

Emocionados, os donos do local, já anunciaram que o Oca da Tribo tem seguro e o restaurante vai ser reconstruído.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Clube terá de indenizar noiva que teve festa iluminada por faróis de carros

Olá pessoal!! Hoje resolvi trazer uma reportagem interessante. Nessa reportagem a noiva teve o desgosto de ver acabar a luz durante sua festa de casamento. Para impedir que seu casamento simplesmente fracassasse o pessoal do clube e convidados ligaram os faróis dos carros. Todas sabemos que infelizmente não tira a tristeza da noiva de organizar um evento tão importante para ter essa decepção.

Não sei qual o clube citado na reportagem mas é um alerta para que fiquemos atentas. Nunca esqueça de perguntar se o clube tem gerador, e se não tiver, aluguem um. Bom, o salão que escolhi foi o Salão do Lago do Clube do Exército. Lá eles não tem gerador e já coloquei na minha planilha o aluguel de um.

Eu espero sinceramente que essa ação abra os olhos dos clubes que sempre fazem eventos e sequer se dão ao trabalho de comprar um gerador. Pagamos tão caro no aluguel do salão e nem o direito à tranquilidade de ter luz durante sua festa nós podemos ter. Acho um desrespeito!

Bom, segue a reportagem:

Clube terá de indenizar noiva que teve festa iluminada por faróis de carros
Indenização é de R$ 8.200 por festa realizada em 2008, em Brasília.
Clube alegou que culpa foi de empresa de energia; não cabe recurso.

Do G1 DF

Um clube de Brasília foi condenado a indenizar em R$ 8.200 uma noiva que teve a festa de casamento iluminada por faróis de carros devido à falta de energia elétrica. Não cabe recurso.

Em sua defesa, o clube alegou que a culpa pelo apagão era da concessionária de energia. Segundo o clube, as faturas estavam em dia.

O clube alegou ainda que a falta de energia não impediu a realização do evento, em novembro de 2008, porque seus dirigentes – que estavam no local na hora da cerimônia – providenciaram iluminação artificial com os faróis de seus veículos, no que foram seguidos por alguns convidados.

Os dirigentes também contrataram um eletricista para instalar uma extensão elétrica de um clube vizinho para que houvesse música durante a festa.

Para os desembargadores da 3ª Turma do Tribunal de Justiça do DF, no entanto, houve negligência, já que os donos do salão não providenciaram equipamentos para evitar que o dano ocorresse. O juiz que analisou o caso em 1ª instância, Waldir da Paz Almeida, afirmou que uma entidade do porte do clube deveria ter um gerador próprio.

“Como pode um clube da magnitude da entidade requerida, acostumada a alugar o salão social para eventos particulares, não possuir ao menos um gerador de energia elétrica ou mesmo outros equipamentos capazes de evitar situações embaraçosas semelhantes à que ocorreu no caso concreto?", indagou na decisão.

O magistrado afirmou ainda que é “evidente o prejuízo de ordem imaterial experimentado pela autora e inequívoca a frustração pela qual passou diante da situação gerada em decorrência da falta de energia elétrica em data de especial relevância".